Não olhando no olho.

“No olhar indiferente flutuava a quietude de paixões diariamente saciadas; e, através das maneiras discretas, transparecia a brutalidade peculiar ao domínio de coisas fáceis, nas quais a força se exercita e a vaidade se satisfaz, como governar cavalos de raça e conviver com mulheres perdidas”. Ah, Gustave Flaubert! Quando você pega homens como esse e os compara com os que estão na TV ou na presidência, algo se contorce dentro de mim. Estamos todos perdidos.
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